Elida Juliane
Forum Replies Created
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OI Thayse, tudo bem?
Vocês já fizeram a análise funcional desse comportamento? Ela faz isso em quais situações?
Uma estratégia é o uso de luzinhas de neoprene para evitar que a criança se machuque, enquanto vocês trabalham as demais estratégias para trabalhar a origem desse comportamento.
Dentro da IS, qual o diagnóstico dela?
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OI Heloísa, tudo bem?
Os estímulos inibitórios têm a propriedade de diminuir as reações defensivas e regular o nível de alerta. De modo geral, temos como estímulos inibitórios: propriocepção, tato profundo e vestibular linear e rítmico.
Espero ter ajudado. Caso ainda reste dúvidas, não hesite em perguntar.
Com carinho, Elida.
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OI Cris, tudo bem?
Acredito que você não chegou nessa parte do curso ainda, mas realmente, com crianças com pobre propósito precisamos ser mais diretivos e conduzir a sessão com mais frequência. É importante que você considere as preferências da criança, mas não podemos nos apoiar apenas nesse critério, precisamos estar atentas ao quanto a “preferencia”é funcional ou não, por exemplo, a criança apenas quer correr pelo parque a sessão toda, será que estaremos sendo eficientes se só fizer isso?
Vou esperar você assistir as aulas sobre essa parte e depois, se restar alguma dúvida, mande aqui!
Até mais.
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OI Cris, tudo bem?
Vou te responder na forma de itens, tá?
– Usamos distorcedores em todos os pontos.
– A câmara é sem capa, assim facilita a higienização após o uso.
– A bola é comum, daquelas de Pilates.
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É sempre importante a gente refletir sobre nossa técnica e nossas expectativas, pois às vezes estamos cobrando demais da criança o que ela ainda não está pronta para nos ofertar.
Fico feliz com a sua indicação!
Grande abraço
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Mesmo assim, Cris, precisamos então analisar o porquê a criança está resistindo tanto: a atividade é extremamente difícil para as habilidades que ela possui? Existe algum estímulo sensorial que faz com que ela apresente essa resistência tão grande (tátil, vestibular)? existe alguma forma de tornar a atividade mais envolvente? Lembre do meu atendimento com o Lucas, eu o redireciono várias vezes, mas tento ao máximo que ele participe mais ativamente.
Precisamos sempre nos perguntar: por que eu quero tanto que ela faça exatamente assim? Se ficar claro em seu raciocínio o benefício, você segue. Se você pensar que existem outras alternativas, vale a pena tentar. E em alguns casos é só mudando a forma de ofertar, incluir algo tangível, etc.
Senão você não correr o risco dela apenas cumprir por cumprir e você não ter nenhuma resposta adaptativa. ou pior, ela simplesmente cumprir chorando a atividade e na próxima vez nem querer ir à sessão.
<font face=”inherit”>Com carinho, </font>Elida<font face=”inherit”>. </font>
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Isso é exatamente igual.
Normalmente deixamos mais cheias, porque quando você deixa mais vazio ela cede mais quando senta. Não precisa ter medo de usar ela não hehehehe!
